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Neste blog procuramos formar e informar sobre diversos assuntos que cada um considere importante… Faça os seus comentários e participe com novos posts. Consulte as nossas fichas de formação sobre vários assuntos… O momento que estamos a viver é propício à falta de confiança em nós mesmos, acabamos por perder o norte e estarmos numa fase de “descontentamento”. Cada dia que passa escutamos com crescente intensidade o barulho ensurdecedor do “lixo mediático” que nos diz que somos uns infelizes e não temos saída. Temos que ativar o poder de interpretar a realidade que nos apresentam e MUDÁ-LA. Eu tenho o poder de Sonhar, sonhar com sonhos de crescimento e que geram tendências crescentes na minha mente, ativando uma das ferramentas mais poderosas. Sim, há crise, mas também estamos cá para a transformar em oportunidades. Terminar uma formação académica (licenciatura, mestrado, curso profissional, etc…), e querer começar a vida ativa, iniciar a profissão, é um momento pelo qual a maioria de nós passa. No entanto, circunstâncias de vária ordem podem criar mais energia neste início para alguns: – por ter crescido num ambiente familiar e/ou social ligado a determinada atividade que apoia e aí cimenta as suas primeiras experiências; – por ter sido ótimo e especial durante a formação, o que lhe “abre as portas” para fazer carreira universitária ou de investigação; – por ter experimentado alguma atividade durante a formação, o que abre melhor o leque de conhecimentos sobre o que poderá ou não gostar de construir no futuro; – porque há certos períodos da economia que, favorecendo o crescimento de certos sectores empresariais, acabam por inserir grupos alargados de recém-licenciados com trainees e com planos de carreira predefenidos. Os que se virem envolvidos num destes percursos têm a alavancagem preparada para o seu futuro profissional. Mas a questão surge à maioria dos que não têm esta “alavanca”, este caminho já previamente delineado. Cada um vai ter de pensar por si e em si, olhar para dentro e tentar configurar o que melhor se poderá adaptar ao seu perfil, sem nunca deixar de ser flexível. Como não vivemos numa ilha, muito menos na ilha da nossa imaginação, na ilha ideal, as pessoas que estão a entrar no mercado de trabalho têm inevitavelmente de fazer um esforço de adaptação – um super esforço. Hoje em dia não existe o emprego certo, o emprego seguro (talvez fruto do abuso involuntário motivado por má gestão de técnicos e políticos…). É preciso arriscar, trabalhar, procurar a sorte, deveremos focalizar-nos no que temos de realizar. Ultrapassar o que se espera de nós é ter o caminho aberto para o reconhecimento e o mérito. Quem tiver autoconhecimento, autoconfiança, resiliência e capacidade para ter um pensamento divergente tem a génese do futuro alicerçada. |
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